Busca avançada
Ano de início
Entree

Expressão imuno-histoquímica de E-caderina e b-catenina durante o reparo de feridas induzidas em mucosa lingual de ratos sob alcoolismo crônico

Processo: 18/03209-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Luciana Corrêa
Beneficiário:Denise Cirino
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Alcoolismo   Ferimentos e lesões   Reepitelização   Mucosa bucal   Caderinas   beta Catenina   Imuno-histoquímica   Modelos animais

Resumo

O alcoolismo crônico prejudica o processo de reparação tecidual, alterando a resposta inflamatória, a proliferação e a diferenciação celular. Há investigações sobre seu efeito em diversos tecidos, porém, quando se trata do reparo em mucosa bucal, não se encontram estudos. Durante a reepitelização de feridas, há evidências de que as células epiteliais modificam a expressão de suas moléculas de adesão, dentre elas a E-caderina e a b-catenina, fato que indica a aquisição de um fenótipo mesenquimal, com alta capacidade de migração. O efeito do etanol sobre esse processo é pouco conhecido na maioria dos tecidos, incluindo a mucosa bucal. Este projeto tem como objetivo analisar o efeito do etanol na expressão imuno-histoquímica da E-caderina e da b-catenina durante o reparo de feridas em mucosa lingual. Em trabalhos anteriores, foi aplicado um modelo de alcoolismo crônico em ratos Wistar, os quais foram expostos a diferentes concentrações de etanol na água de beber, durante 28 semanas. Em seguida, foi realizada ferida padronizada na mucosa lingual, a qual foi analisada histologicamente nos períodos de 1, 3, 7 e 9 dias. Os espécimes desses experimentos anteriores serão utilizados no presente projeto, para análise imuno-histoquímica da expressão da E-caderina e da b-catenina durante a fase de reepitelização. Espera-se com essa análise esclarecer alguns achados do processo de reparo já detectados com o presente modelo, tais como atraso na reepitelização. (AU)