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Estudo do efeito do átomo central nas propriedades fotossensibilizadoras de porfirinas catiônicas em lipossomos e em cultura de células in vitro

Processo: 18/05853-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Mauricio da Silva Baptista
Beneficiário:Rodrigo Pinheiro Braga
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID
Assunto(s):Terapia fotodinâmica   Metaloporfirinas   Fármacos fotossensibilizantes   Porfirinas

Resumo

A terapia fotodinâmica vem se consolidando cada vez mais como uma terapia alternativa ou complementar aos tratamentos convencionais para o câncer, como a cirurgia, quimio e radioterapia. Um dos desafios da área encontra-se na descoberta de novos fotossensibilizadores com propriedades potencializadas, para maior eficiência e rapidez no tratamento, e com mínimos efeitos colaterais. Porfirinas têm sido intensamente investigadas para tais fins, uma vez que apresentam alta absorptividade molar e eficiente produção de espécies reativas de oxigênio, responsáveis pela oxidação de biomoléculas e indução de morte celular. Recentemente foi demonstrado em nosso grupo que o acoplamento de complexos [PtCl(bipy)]+ na periferia do anel da tetrapiridilporfirina base livre (TPyP) potencializa significativamente a fototoxicidade desse composto. Motivados por tais resultados, nos perguntamos qual seria o efeito da coordenação de íons metálicos no potencial fotodinâmico dessa TPyP platinada (PtPyP), uma vez que respostas completamente diferentes são obtidas para diferentes macrociclos porfirínicos reportados na literatura. Para tanto, pretende-se investigar a fundo a fotofísica de PtTPyPs coordenadas a Zn(II), Ni(II) ou Cu(II), estudando sua interação com membranas lipídicas em lipossomos e com cultura de células tumorais in vitro. Especula-se que o íon central pode não só modular a eficiência da produção de espécies reativas como alterar o mecanismo de ação das mesmas através da interação com biomoléculas presentes no meio. (AU)

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