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Avaliação do efeito in vitro de curcuminóides contra o parasito Schistosoma mansoni

Processo: 18/04088-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Lizandra Guidi Magalhães
Beneficiário:Lucas Antonio de Lima Paula
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Esquistossomose   Esquistossomicidas   Técnicas in vitro   Desenvolvimento de fármacos   Curcumina

Resumo

A esquistossomose é uma parasitose crônica causada por helmintos do gênero Schistosoma. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) a esquistossomose afeta mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, com outras 600 milhões expostas ao risco de infecção. O tratamento concentra-se na redução da morbidade da doença através do tratamento periódico e direcionado com Praziquantel (PZQ), porém alguns relatos demonstram o aparecimento de linhagens menos sensíveis a este tratamento. Nesse sentido, o conhecimento de novas substâncias é de interesse para o desenvolvimento de novos fármacos contra a esquistossomose. Estudos anteriores demonstram que a curcumina, uma substância extraída do rizoma da planta Curcuma longa apresenta atividade esquistossomicida tanto in vitro como in vivo, porém a sua baixa biodisponibilidade impede a aprovação da mesma como fármaco. Em contrapartida, estudos realizados com outros curcuminoides revelaram atividades tripanocida e leishmanicida, promissoras. Desse modo, o objetivo deste projeto é realizar avaliações in vitro de vários curcuminoides para a identificação de protótipos para o tratamento da esquistossomose mansônica. Para esse objetivo, as substâncias já sintetizadas serão avaliadas contra o estágio de vermes adultos de Schistosoma mansoni linhagem Luiz Evangelista (LE). Em seguida, as substâncias que apresentarem valores de concentração inibitória de 50% da viabilidade dos parasitos (CI50) iguais ou menores que 10µM serão reavaliadas nos estágios de vermes jovens in vitro. Em seguida, as alterações morfológicas ocasionadas pelas substâncias serão avaliadas em vermes adultos e jovens de S. mansoni. Em paralelo, as citotoxicidades in vitro dessas substâncias serão determinadas. (AU)