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Avalição dè novos compostos dè coordenação com ligante melatonina cómo candidatos a metalofármacos: síntese, caracterização e estudos dè atividade tripanocida

Processo: 17/17579-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Pesquisador responsável:Sérgio de Albuquerque
Beneficiário:Bruna Possato Dezsa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/19835-1 - Avaliação de novas tioureias relacionadas à melatonina e seus complexos metálicos como potenciais agentes tripanocidas: síntese e caracterização, BE.EP.PD
Assunto(s):Metalofármacos   Melatonina   Trypanosoma cruzi   Tripanossomicidas

Resumo

A doença de Chagas integra o chamado grupo de Doenças Tropicais Negligenciadas, afetando, segundo a Organização Mundial da Saúde, 8 milhões de pessoas no mundo. Antes endêmica apenas na América Latina, espalhou-se pelo globo junto com os movimentos migratórios, tornando-se então, uma questão de saúde mundial. A melatonina é um hormônio produzido pela glândula pineal através da transformação, quando há ausência de luz, do triptofano, passando por serotonina até o produto supracitado. Esse hormônio participa da regulação de uma série de processos e tem propriedades fundamentais como ação antioxidante, anti-idade anti-inflamatória. O domínio do uso de metais foi fundamental para a evolução da espécie humana. Há mais de 5000 anos, o homem utiliza metais da série de transição para fins medicinais, sendo que, atualmente, uma série de complexos é utilizada clinicamente para o tratamento de doenças como atrite reumatoide, câncer entre outras, destacando-se ouro, platina e rutênio. Este projeto visa à produção de novos complexos de ouro, platina e rutênio contendo melatonina como ligante, uma vez que a coordenação aos metais de transição pode aumentar a atividade biológica desse hormônio. A atividade dos complexos será monitora in vitro e in vivo, tratando-se de uma proposta muito promissora por aliar a já conhecida atividade da melatonina com propriedades extraordinárias que os complexos dos metais de transição apresentam.