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Apresentação por células dendríticas humanas de peptídeos com capacidade vacinal e prospecção de antígenos pan-fúngicos na paracoccidioidomicose

Processo: 17/25780-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Carlos Pelleschi Taborda
Beneficiário:Suélen Andreia Rossi
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/08730-6 - Patogenicidade fúngica: efeito do tabagismo, resposta imune e a modulação vacinal na paracoccidioidomicose e na histoplasmose, AP.TEM
Assunto(s):Paracoccidioides lutzii   Micologia   Paracoccidioidomicose   Células dendríticas   Peptídeos   Paracoccidioides brasiliensis

Resumo

A Paracoccidioidomicose (PCM) é uma Micose sistêmica endêmica na América Latina causada por fungos termo-dimórficos do gênero Paracoccidioides e está associada principalmente a atividades de agricultura e ambientes rurais. O Brasil é o país que conta com mais de 80% de todos os casos de PCM relatados e, mesmo com várias opções terapêuticas disponíveis para o tratamento, os regimes adotados para PCM requerem administração prolongada aumentando os custos e a toxicidade da terapia. A gp43 é um glicoproteína de 416 aminoácidos com importante função imunoprotetora já comprovada. Um trecho específico deste antígeno, que possui 15 aminoácidos, denominado P10, já demonstrou resultados sólidos em modelos experimentais, sendo comprovado seu efeito protetor frente a P. brasiliensis. Recentemente, em outro estudo desenvolvido pelo nosso grupo, foi possível identificar um peptídeo de 14 resíduos de alaninas a partir de isolados de P. lutzii. Esse peptídeo se encontra entre o aminoácido 72 e 85 de uma proteína hipotética de Pb18 (P. brasiliensis) e Pb01 (P. lutzii), cobrindo 7% da sequência. Dessa forma, visando a continuação dos estudos já iniciados, os principais objetivos desse projeto é estudar a interação com células dendríticas humanas e a resposta imune gerada contra o fungo após estímulos com o peptídeo P10 e o peptídeo composto por 14 alaninas, designado como P14AL. A possível ativação de células dendríticas humanas contra esses peptídeos é um passo promissor para o desenvolvimento de uma vacina frente a PCM. Em relação a P. lutzii, sabe-se que a glicoproteína gp43, ortóloga nessa espécie, é menos expressa e apresenta poucos epítopos em comum com a gp43 de P. brasiliensis. Portanto, novas estratégias na busca de uma vacina segura e efetiva contra a PCM devem ser exploradas. Paralelamente, será realizado experimentos in vitro e in vivo utilizando dois tipos de polissacarídeos conjugados, inulin e quitosana, tendo como objetivo geral verificar os efeitos imunomoduladores da fusão desses polissacarídeos frente a infecções por espécies de Paracoccidioides. (AU)

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