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Ácidos graxos de cadeia curta nos fenótipos metabólicos da obesidade: associações com consumo dietético, composição corporal e componentes das Homeostases energética e glicêmica

Processo: 17/24578-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Ana Carolina Junqueira Vasques
Beneficiário:Isabela Solar
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Ácidos graxos voláteis   Composição corporal   Obesidade

Resumo

Fundamentação: A obesidade é uma doença multifatorial que se apresenta sob diferentes fenótipos. Há obesos metabolicamente saudáveis (OMS), obesos metabolicamente obesos (OMO), e magros metabolicamente obesos (MMO). Evidências sugerem que a microbiota intestinal modula as homeostases energética e glicêmica via produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), produzidos através da fermentação de amido resistente e fibras dietéticas pela microbiota intestinal. A descoberta de receptores celulares de AGCC em diversos tecidos (musculatura, adiposo branco e fígado) aumentou o interesse nos AGCC como moléculas de comunicação entre intestino e tecidos periféricos. Objetivo: Comparar o perfil plasmático de AGCC entre os fenótipos: magro metabolicamente saudável, MMO, OMS e OMO; e investigar associações entre os AGCC versus consumo de fibra alimentar, composição corporal, e componentes das homeostases energética e glicêmica. Métodos: Estudo transversal que será um braço do Nutricionists Health Study, com 120 mulheres, 18-35 anos, distribuídas em quatro grupos de 30 indivíduos. A definição de saúde metabólica levará em consideração: níveis pressóricos, glicêmicos, HDL-colesterol, triglicérides, e diagnóstico de doença cardiovascular. Avaliações incluirão: hábitos de vida, antropometria, composição corporal por DEXA; e perfis plasmáticos lipídico, inflamatório e glicêmico. Os componentes das homeostases energética e glicêmica serão avaliados por calorimetria indireta associada ao teste de refeição padrão; no qual serão dosados glicose, insulina, peptídeo C, GLP-1 e AGCC. Perspectivas: Espera-se compreender até que ponto os AGCC possuem relação com os parâmetros estudados. Os achados poderão contribuir com um novo foco terapêutico de investigação para o manejo da obesidade, definindo condições de risco, e fornecendo subsídios para planejar intervenções. (AU)