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Descrição e identificação da morfologia do primeiro estágio larval dos camarões do gênero Synalpheus Spence bate, 1888 (Decapoda, Caridea, Alpheidae) do litoral do estado de São Paulo

Processo: 18/00739-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Rogério Caetano da Costa
Beneficiário:Rafael de Carvalho Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Chave dicotômica   Larva   Camarão   Litoral   São Paulo

Resumo

O gênero Synalpheus Spence Bate, 1888 é o segundo gênero mais abundante, taxonomicamente e ecologicamente diverso pertencente família Alpheidae Rafinesque, 1815. Atualmente contém aproximadamente 150 espécies descritas das quais cerca de 60 ocorrem no Oceano Atlântico. No Brasil, há o registro de ocorrência para 26 espécies deste gênero, das quais três apresentam um registro incerto devido a imprecisões quanto a classificação taxonômica, problema que, historicamente, é reportado para outras espécies do gênero. Atualmente o número de novas espécies sendo descritas para camarões da família Alpheidae tem aumentado devido a novas técnicas utilizadas na sistemática de Decapoda, gerando numerosas reorganizações taxonômicas. Devido a imprecisões já relatadas a respeito da taxonomia do gênero Synalpheus, é possível afirmar que há uma carência de informações relevantes para estabelecer uma relação sólida estre os aspectos da sua biologia, morfologia e ecologia. A fim de suprir essas imprecisões, a aplicação de estudos de descrição larval pode auxiliar a complementar o conhecimento sobre um táxon, elucidando seu papel nas estratégias de história de vida, dinâmica populacional e em estudos filogenéticos e sistemáticos. O gênero Synalpheus atualmente apresenta 15 espécies com pelo menos seu primeiro estágio larval descrito. Entretanto, para a região da costa brasileira, ainda não há registro de estudos com larvas do gênero. Deste modo, uma descrição detalhada destas larvas contribui com informações sobre a biologia, taxonomia e sistemática do grupo em questão, bem como para o auxílio na construção de chaves de identificação. (AU)