Busca avançada
Ano de início
Entree

Investigação causal dos traços antropométricos sobre o risco de desenvolver transtorno do estresse pós-traumático em mulheres

Processo: 18/05995-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 06 de agosto de 2018
Vigência (Término): 09 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Síntia Iole Nogueira Belangero
Beneficiário:Carolina Muniz Felix de Carvalho
Supervisor no Exterior: Renato Polimanti
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : U.S. Department of Veterans Affairs, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:15/26473-8 - Busca por marcadores genéticos, epigenéticos e moleculares do transtorno de estresse pós-traumático, BP.DR
Assunto(s):Transtornos mentais   Transtornos de estresse pós-traumáticos   Estudo de associação genômica ampla   Mulheres

Resumo

O risco de desenvolver Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) é maior em mulheres do que homens, provavelmente devido as diferenças biológicas e fatores sócio-ambientais. Recentemente, os estudos de associação genética provenientes de GWAS (genome wide association study) para o TEPT encontraram diferenças genéticas entre homens e mulheres que atuam na predisposição da doença. Por sua vez, Polimanti e colegas (2017) observaram que existe uma forte associação causal entre traços antropométricos femininos e o risco de desenvolver TEPT. Dado isso, nós acreditamos que existem fatores genéticos específicos que podem contribuir para essa diferença no risco de desenvolver TEPT, de acordo com o sexo biológico. Portanto, nosso objetivo é investigar a relação causal entre traços antropométricos e a suscetibilidade de ter TEPT, especificamente em mulheres. Para testar essa hipótese, nós realizaremos um escore de risco poligênico do genoma (PRS) e análises de randomização Mendeliana (RM) em duas amostras diferentes: uma proveniente do Consórcio internacional de genômica psiquiátrica do TEPT e a outra proveniente de uma coorte brasileira de mulheres com TEPT (Processo FAPESP 2014/12559-5). Para isso, nós usaremos os dados resultantes das análises de GWAS que testaram associações entre características femininas específicas e TEPT, e também com o auxílio de especialistas usaremos machine learning para as análises de RM. Além disso, nós usaremos métodos de computação apropriados para investigar indivíduos com ancestralidade diferentes nas coortes. Todas as técnicas, análises e o treinamento de bioinformática serão desenvolvidos em colaboração com o grupo do Dr. Renato Polimanti, na Divisão de Genética Humana (no Departamento de Psiquiatria) da Escola de Medicina da Universidade de Yale. Os resultados desse estudo poderão ajudar na identificação de potenciais marcadores genéticos de vulnerabilidade ao TEPT e encontrar fatores de risco específicos para homens e mulheres desenvolverem TEPT. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.