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Capacidade e mobilidade na América Latina

Processo: 18/06665-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico
Pesquisador responsável:Carlos Alberto Cinquetti
Beneficiário:Eduardo Augusto Chades
Supervisor no Exterior: Maria Cristina Trindade Terra
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa : Ecole Supérieure des Sciences Économiques et Commerciales (ESSEC), França  
Vinculado à bolsa:17/10121-0 - Os três e meio mundos latino-americanos, BP.IC
Assunto(s):Crescimento econômico   Desenvolvimento econômico   Análise de regressão   Instituições   Contratos

Resumo

Condensamos três conceitos fundamentais da recente literatura em desenvolvimento: capacidade social, mobilidade econômica e capacidade do Estado. Essas são as dimensões que vamos usar para construir um quadro descritivo do crescimento histórico da América Latina (AL) e discriminar entre as diferentes regiões do continente. Revisitamos o trabalho de Rauch & Kotyshak (2009) e sugerimos Os Três e Meio Mundos Latino-Americanos, explorando o choque de colonização iniciado pelos impérios europeus e as reverberações desse trauma sobre confiança e relações comerciais. Esse início distorcido teve implicações no desenho e no percurso histórico da formação das instituições, ajudando-nos a responder à pergunta "por que a América Latina ficou para trás?". A primeira dimensão, capacidade social, tem três pilares: "capacidade humana", "confiança e segurança" e "capacidade de interação". Mobilidade econômica como "entrada livre em economia e política", "regras gerais", "regras simples e transparentes" e por fim, capacidade do Estado como "capacidade fiscal", "aplicação da lei e da ordem", "provisão de bens públicos e legitimidade do governo". Esta trindade de grupos de variáveis será usada para distinguir a América Latina em três mundos: o de forte influência indígena, de forte influência européia e o de composição étnica miscigenada. O Brasil faria parte do grupo de influência europeu, mas sua extensão norte-sul, história monárquica e colonização portuguesa estabelecida nos fazem pensar em um grupo meio novo. Para isso ser alcançado, usaremos ferramentas estatísticas, como análise de regressão, um quadro descritivo com movimento no tempo e técnicas de visualização de dados com a ajuda do Mathematica. (AU)

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