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Status, justiça e esfera pública em Nancy Fraser

Processo: 18/01207-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Teoria Política
Pesquisador responsável:Rúrion Soares Melo
Beneficiário:Mariza Rodrigues Azzi
Instituição-sede: Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/11611-3 - Esfera pública e reconstrução: sobre a constituição de um paradigma reconstrutivo no campo da Teoria Crítica, AP.TEM
Assunto(s):Teoria crítica   Teoria social   Opinião pública   Reconhecimento   Emancipação   Justiça social

Resumo

A presente pesquisa tem em vista a análise dos conceitos de redistribuição e reconhecimento no quadro da teoria crítica da justiça elaborada por Nancy Fraser. A pesquisa está inserida no Projeto temático FAPESP/CEBRAP: "Esfera Pública e a Reconstrução: sobre a constituição de um paradigma reconstrutivo no campo da teoria crítica" (Processo 2014/11611-3), cujo objetivo é analisar a reconstrução de categorias crítico-normativas e seu vínculo com diagnósticos de tempo no campo da teoria crítica, considerando a esfera pública como um de seus eixos de investigação. Neste quadro, procuramos entender de que maneira Fraser empregou tais conceitos tendo em vista a necessidade de produzir diagnósticos críticos do tempo presente a respeito de formas de injustiça e de emancipação social. Analisaremos principalmente a formulação que Fraser atribui ao conceito de reconhecimento, considerando não apenas as críticas que ela direciona ao uso deste conceito por outros autores, mas também sua formulação própria vinculada a uma teoria social baseada no modelo de status. Para esse objetivo, será preciso identificar o que constitui o modelo de status e compreender sua relação com o critério normativo de justiça baseada na "paridade de participação" (critério em que a autora pode unir redistribuição e reconhecimento). Por fim, pretende-se mostrar que o modelo de status não é estático, mas politicamente dinâmico. Por esta razão, será preciso considerar que o critério de justiça de Fraser deve sempre ser produzido do interior de disputas e negociações que ocorrem na esfera pública. (AU)

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