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Efeito da proteína rLopap e peptídeos derivados em condrócitos humanos no modelo inflamatório com interleucina-1B (IL-1b)

Processo: 18/04467-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Ana Marisa Chudzinski-Tavassi
Beneficiário:Gabriela Simões Pazelli
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Inflamação   Osteoartrite   Resposta inflamatória   Condrócitos   Interleucina-1beta   Terapia de alvo molecular   Lonomia obliqua

Resumo

O contato humano com as taturanas do gênero Lonomia obliqua leva a acidentes envolvendo síndrome hemorrágica; estudos utilizando o extrato bruto de suas cerdas provaram que há indução da formação de coágulos. Identificou-se uma das proteínas pró-coagulantes responsáveis pela ação, a Lopap, atuante direto nas células endoteliais e remodelagem tecidual. Estudos in vivo em camundongos, após o contato com o extrato bruto, evidenciaram resposta inflamatória; as vias de sinalização da inflamação interagem com a cascata de coagulação por meio de moléculas que levam a respostas inflamatórias caracterizadas pela migração de leucócitos e quimiotaxia, assim como adesão ao endotélio. Portanto, os estudos sobre os mecanismos de sinalização e ação dessa proteína e peptídeos derivados torna-se interessante para o tratamento de doenças que envolvam processos inflamatórios como a osteoartrite (OA). A OA é uma doença degenerativa das articulações, caracterizada pela degradação da matriz extracelular (MEC) e condrócitos, presentes na cartilagem, causando dor nos pacientes. Nesses pacientes, há aumento de mediadores no fluido sinovial, como interleucinas (principalmente IL-1B) e óxido nítrico, os quais induzem a apoptose dos condrócitos. O ácido hialurônico é um componente natural da MEC e reduz os efeitos causados pela IL-1B, por isso é amplamente utilizado no tratamento da OA. Porém, ainda são necessários mais estudos sobre novos alvos-moleculares para o tratamento da doença. Com isso, o presente projeto visa avaliar o efeito anti-inflamatório e citoprotetor da Lopap e seu potencial uso no tratamento para Osteoartrite. (AU)