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Papel dos mastócitos e seus microRNAs sobre a resposta inflamatória e metabolismo ósseo em camundongos diabéticos com periodontite

Processo: 18/05050-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Sandra Helena Penha de Oliveira
Beneficiário:Wanessa Pontes Martins
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/03965-2 - Papel do sistema renina-angiotensina em diferentes modelos inflamatórios orais: uma abordagem interdisciplinar experimental e clínica, AP.TEM
Assunto(s):Diabetes mellitus   Doenças periodontais   Mastócitos   MicroRNAs   Resposta inflamatória   Metabolismo ósseo   ELISA   Modelos animais

Resumo

A doença periodontal em paciente diabético se manifesta de um modo exacerbado, promovendo a liberação de mediadores inflamatórios que favorecem a reabsorção óssea por ação de osteoclastos. Dentre as diferentes células envolvidas neste processo, os mastócitos são encontrados abundantemente nos tecidos periodontais inflamados cronicamente, favorecendo a sua participação na patogenia da doença. Poucos estudos descrevem o papel dos miRNAs na resposta inflamatória e metabolismo ósseo durante a doença periodontal e um menor número na presença de doença sistêmica. Dessa forma, o objetivo do presente estudo é investigar o papel dos mastócitos e seus microRNAs sobre a resposta inflamatória e metabolismo ósseo de camundongos diabéticos submetidos a periodontite experimental. Para tanto, camundongos Balb/c serão divididos em 6 grupos: camundongos normais (N), diabéticos (D), normais com periodontite (N+DP) diabéticos com periodontite (D+DP), normais depletados de mastócitos com periodontite (N+48/80+DP) e diabéticos depletados de mastócitos com periodontite (D+48/80+DP). Serão realizadas análises qualitativas e quantitativas (histomorfométrica) das alterações ósseas e do tecido inflamado por meio de observações por microscopia óptica de cortes corados com H&E e imunohistoquímica para os alvos referentes a atuação dos mastócitos, osteoblastos e osteoclastos. Os resultados em conjunto das análises comparativa dos dados histomorfométricos, imunológicos e moleculares certamente contribuirá para o aprimoramento dos conhecimentos dos mecanismos moleculares e celulares envolvidos na resposta inflamatória necessária para o reparo do tecido ósseo, podendo assim, melhorar o perfil de tratamento dos pacientes colaborando para o desenvolvimento de novas terapêuticas para o controle da periodontite na presença de doenças sistêmicas. (AU)