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Treinamento técnico em cruzamentos e protocolos de genotipagem de modelos animais geneticamente modificados

Processo: 18/05387-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:William Tadeu Lara Festuccia
Beneficiário:Pammela Teixeira Alves
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/19530-5 - Caracterização do envolvimento do sensor de nutrientes mTOR no desenvolvimento de doenças metabólicas crônicas associadas à obesidade, AP.TEM
Assunto(s):Metabolismo   Camundongos transgênicos   Animais de laboratório   Técnicas e procedimentos de laboratório

Resumo

O estudo da função de genes implica muitas vezes no uso de modelos animais de camundongos geneticamente modificados. Em geral, estes camundongos são ferramentas bastante usadas em estudos de fisiologia molecular, pela quantidade de modelos disponíveis e pela relativa similaridade com a fisiologia humana. Outra vantagem do uso de camundongos é a possibilidade de se nocautear genes de maneira tecido específica ou condicional pelo sistema Cre/LoxP. No presente projeto, utilizaremos camundongos com deleções específicas no tecido adiposo (Adiponectina- Cre), fígado (Albumina-Cre) e macrógafos (Lisozima-Cre) para diversas proteínas de interesse (TSC, Raptor, Rictor, entre outras). Para tanto, um suporte técnico capacitado no manuseio e caracterização genotípica desses modelos animais se faz necessário. Dessa forma, o objetivo do projeto é dar capacitação técnica a um egresso do ensino médio técnico na área biológica/biomédica em protocolos de cruzamento e genotipagem de camundongos geneticamente modificados. Após um período de treinamento, o bolsista ficará responsável pela preparação do material e pela execução de alguns dos experimentos mais comuns em nosso laboratório, como a montagem de cruzamentos para a manutenção de colônia, genotipagem dos animais por PCR e a separação dos mesmos segundo seu genótipo. O bolsista dará suporte aos alunos e deverá em paralelo desenvolver parte dos experimentos propostos no projeto de maneira autônoma. Esse respaldo será absolutamente necessário para que os experimentos sejam realizados de maneira mais ágil e para que sejam mantidas e até expandidas as várias colaborações com as quais o laboratório está engajado. Visamos com isso a colocação no mercado de um especialista técnico em fisiologia molecular, com o diferencial de ter tido experiência com modelos animais bastante usados mundialmente, porém ainda pouco explorados no Brasil. (AU)