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Papel das mudanças na microbiota intestinal relacionadas a obesidade na rejeição ao enxerto de pele

Processo: 18/06152-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 27 de agosto de 2018
Vigência (Término): 26 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Fernanda Fernandes Terra
Supervisor no Exterior: Markus Geuking
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Calgary, Canadá  
Vinculado à bolsa:17/03248-4 - Papel da microbiota intestinal relacionada à obesidade no transplante alogênico de pele experimental, BP.MS
Assunto(s):Microbiota   Transplantes   Obesidade

Resumo

Diante a epidemia crescente de obesidade mundial de obesidade mundial, é de grande importância o estudo dos efeitos fisiológicos e patológicos consequentes a esta mudança. Estudos demonstram que o acúmulo excessivo de tecido adiposo está associado a várias comorbidades crescentes nas últimas décadas. Atualmente sabe-se que além de modular diferentes sistemas relacionados com o metabolismo energético, o tecido adiposo também é um tecido imunologicamente regulatório. Além disso, a persistência de altos índices de rejeição crônica revela a necessidade de mais estudos que visem entender os fatores contribuintes que restringem a sobrevida do enxerto e do paciente. Nesse sentido, um trabalho recente demonstrou que a microbiota intestinal desempenha um papel chave na rejeição ao transplante de órgãos. Dados prévios obtidos no nosso laboratório sugerem que a obesidade tenham um papel negativo nos aloenxerto de pele. Em acréscimo, evidências crescentes indicam que a obesidade também está diretamente relacionada a disbiose intestinal. Assim, nós postulamos que a microbiota é um importante mecanismo na severidade da rejeição ao aloenxerto de pele. Então, nosso objetivo é distinguir o papel da disbiose intestinal promovida pela obesidade na rejeição ao enxerto. Isso será realizado associando enterótipos específicos relacionados a obesidade ao desfecho do transplante utilizando ensaios de imunofenotipagem, metagenômica e modelo gnotobiótico. Este estudo deve elucidar o papel da microbiota intestinal relacionada a obesidade na rejeição ao enxerto e potencialmente indicar enterótipos específicos associados com a severidade da rejeição. Consequentemente, este trabalho tem o potencial de identificar novos biomarcadores de progressão da doença e, possivelmente, indicar medidas terapêuticas para reduzir a rejeição ao aloenxerto.

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