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Efeitos do benzo[a]pireno no citoesqueleto e na dispersão de melanina dos melanomacrófagos hepáticos de peixes e anfíbios

Processo: 18/07989-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 10 de setembro de 2018
Vigência (Término): 10 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Classius de Oliveira
Beneficiário:Lara Zácari Fanali
Supervisor no Exterior: Erik Lennart Joachim Sturve
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Gothenburg, Suécia  
Vinculado à bolsa:17/07971-2 - Alterações morfofuncionais nos melanomacrófagos hepáticos de Physalaemus cuvieri (Anura: Leptodactylidae) induzidas pelo contaminante benzo[alfa]pireno., BP.DR
Assunto(s):Morfologia animal   Anura   Poluentes   Melanossomas   Microtúbulos   Benzo(a)pireno

Resumo

Benzo[a]pireno (BaP) é um composto tóxico presente no ambiente e capaz de afetar peixes e anfíbios. O fígado destes vertebrados possui células com função de detoxificação denominadas de melanomacrófagos (MMs). Uma característica dos MMs é a capacidade de produzir e armazenar melanina, um pigmento de proteção capaz de eliminar radicais livres e neutralizar cátions, protegendo os tecidos de danos citotóxicos. Os grânulos de melanina podem agregar/ dispersar com auxílio de componentes do citoesqueleto (microtúbulos e filamentos de actina), mas os contaminantes são capazes de influenciar no citoesqueleto e comprometer a motilidade dos grânulos de melanina, podendo prejudicar a função de detoxificação dos MMs. De acordo com a hipótese de que o BaP é genotóxico, afeta a dispersão de melanina e os microtúbulos, nossos objetivos serão: avaliar as alterações do BaP no citoesqueleto; avaliar a dispersão da área de melanina dos MMs hepáticos e avaliar os efeitos genotóxicos nos eritrócitos. Os tempos experimentais serão de 48 horas e 7 dias, onde os animais receberão doses de 2 mg / kg de BaP diluídas em óleo mineral, enquanto os grupos controle receberão apenas óleo mineral. Para os microtúbulos, pellets com MMs serão analisados em microscópio de fluorescência. Para as análises histológicas seguir-se-ão os procedimentos para inclusão em historesina e análise em microscopia de luz da área de melanina. Para anormalidades nucleares o sangue será extraído e seguir-se-ão os procedimentos para análise. (AU)