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Potencial toxicogenômico do contaminante ambiental 2-fenilbenzotriazol 9 (PBTA-9) in vivo

Processo: 18/04105-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Daisy Maria Favero Salvadori
Beneficiário:Amanda Rodrigues Tanamachi
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Monitoramento ambiental

Resumo

O setor industrial, em constante expansão, gera diariamente resíduos com elevado potencial tóxico ao ambiente. Nesse contexto, a indústria têxtil apresenta grande impacto poluidor da hidrosfera devido aos compostos e processos químicos utilizados na coloração de tecidos. A literatura mostra que não há eficiência na remoção desses compostos, tanto por parte das fábricas após a atividade têxtil, como em Estações de Tratamento de Água (ETAs) para o abastecimento humano. Pelo contrário, o processo de cloração pode tornar os azos corantes, por exemplo, ainda mais tóxicos. Portanto, a poluição ambiental por essa classe de corantes, seus subprodutos e intermediários vem sendo tema de inúmeros estudos para a caracterização química e toxicológica, sobretudo dos subprodutos e intermediários gerados, dentre os quais os 2-fenilbenzotraizóis (PBTA). Nesse sentido, o PBTA-9 tem recebido maior atenção, pois é derivado do corante Disperse Violet 93, que tem sido detectado em maior quantidade nos corpos fluviais sob influência de atividades têxteis. Assim, o objetivo deste estudo é investigar o potencial toxicogenômico da exposição aguda ao subproduto intermediário do PBTA-9, o não clorado, em camundongos. Serão testadas três concentrações 5, 50 e 500 µg/kg p.c do composto, as quais serão administradas aos animais por via oral (gavage). Para análise do efeito toxicogenômico serão investigadas as frequências de micronúcleo em células de medula óssea, o nível de danos primários no DNA de células hepáticas e intestinais e o padrão de expressão dos genes TP53, GSTP1 e CDKN1A também em células hepáticas. Espera-se que os resultados possam contribuir para a avaliação do risco da exposição humana ao PBTA-9. Cabe destacar que este estudo é parte de um Projeto de Pesquisa mais amplo, que foi recentemente contemplado no Edital Programa Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), Chamada INCT - MCTI/ CNPq/CAPES/FAPs nº 16/2014, para a implantação do INCT - "Instituto Nacional de Tecnologias Alternativas para Detecção, Avaliação Toxicológica e Remoção de Micropoluentes e Radioativos" (INCT-DATREM). (AU)

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