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Conforto térmico em espaços públicos abertos: o calçadão pós-reforma, Presidente Prudente - SP

Processo: 17/24094-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Carolina Lotufo Bueno Bartholomei
Beneficiário:Larissa Cristina de Andrade Sanches
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Conforto ambiental   Conforto térmico   Microclima urbano   Qualidade de vida urbana   Espaço público   Inquéritos e questionários   Presidente Prudente (SP)

Resumo

Essa pesquisa visa atualizar os dados obtidos no estudo anterior financiado pela FAPESP intitulado "Calçadão de Presidente Prudente - SP: o conforto térmico em espaços públicos abertos" (processo FAPESP 2008/11258-0) e confrontar os resultados de ambos a fim de verificar as novas condições de conforto nesse espaço e avaliar se a reforma foi benéfica ou prejudicial para o conforto térmico dos usuários. Os espaços públicos abertos são indispensáveis para a qualidade de vida urbana e sua importância para o bem-estar da população é indiscutível. No entanto, eles são continuamente negligenciados e projetados sem considerar os parâmetros ambientais que influem na percepção de conforto térmico dos usuários, fato que afeta nas características de uso do espaço. Para o levantamento de tais características, os levantamentos seguirão a metodologia utilizada pelo projeto RUROS (Rediscovering the Urban Realm and Open Spaces), adaptada para a realidade climática do interior Paulista, monitorando as condições microclimáticas com a aplicação simultânea de questionários sobre a sensação, percepção e preferência térmica dos frequentadores, levantando o conforto térmico calculado através de índices preditivos de conforto em espaços externos e, respectivamente, o conforto térmico real calculado por meio dos questionários. Assim, será possível analisar e confrontar os novos dados, pós-reforma, com os dados anteriores, pré-reforma, identificando os impactos das alterações espaciais, vegetativas e materiais no conforto térmico calculado e no conforto térmico real, além de detectar as diferenças entre as condições de conforto objetiva e subjetiva.

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