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Sequenciamento de alto desempenho para quantificação da doença residual mínima em leucemia linfóide aguda

Processo: 17/03942-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:José Andrés Yunes
Beneficiário:Guilherme Navarro Nilo Giusti
Instituição-sede: Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Sequenciamento de nova geração   Oncologia

Resumo

A leucemia linfóide aguda (LLA) é o câncer mais comum na criança. Os atuais protocolos de tratamento da LLA pediátrica alcançam um índice de sobrevida livre de doença maior que 70%. Parte do sucesso se deve à alocação dos pacientes em diferentes grupos de risco, segundo fatores prognósticos pré-tratamento. A resposta inicial ao tratamento, avaliada pela quantificação de células leucêmicas residuais, ou doença residual mínima (DRM), é um dos mais importantes fatores para a identificação desses grupos de risco. O atual protocolo do Grupo Brasileiro de Tratamento da Leucemia Infantil (GBTLI LLA-2009), usa a DRM dos dias 15 e 35 do tratamento, avaliada por citometria de fluxo e por PCR quantitativo (RQ-PCR), para realocação dos pacientes nos grupos para diferentes esquemas de tratamento quimioterápico. A avaliação da DRM por citometria de fluxo (DRM-CF) e RQ-PCR (DRM-PCR) são métodos caros, exigem muita experiência e demandam análise imediata (citometria) ou demorada das amostras (RQ-PCR), dificultando seu uso em abrangência nacional. O número de crianças que tem se beneficiado do exame de DRM é de apenas 100 por ano (3,5%). Nesse projeto pretende-se padronizar o uso do sequenciamento de última geração para a quantificação da DRM em crianças com LLA, com vantagens em termos de custos, rapidez e escalabilidade. Uma vez padronizado, o método de análise de DRM por sequenciamento (DRM-seq) será validado em amostras retrospectivas do Centro Boldrini. Resultados de DRM-seq serão comparados com resultados de DRM-PCR para as mesmas amostras. Espera-se estabelecer um método mais propício à universalização do exame da DRM para todas as crianças com LLA do Brasil. (AU)