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Influência da terapia probiótica na periodontite experimental em ratas ovariectomizadas. análise microtomográfica

Processo: 17/24654-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Michel Reis Messora
Beneficiário:Gustavo da Rocha Espírito
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Probióticos   Periodontite   Ratos   Osteoporose

Resumo

Terapias adjuvantes podem ser necessárias para o tratamento periodontal eficaz de pacientes com osteoporose. Do ponto de vista teórico, o aumento do número de bactérias benéficas por meio de probióticos pode ser de interesse considerável no tratamento de doenças periodontais e da osteoporose. Ainda não há um protocolo estabelecido para o tratamento de ambas as condições quando associadas. O propósito deste estudo será avaliar o efeito dos agente probiótico Bifidobacterium animalis subs. Lactis (B. lactis) HN019 na periodontite induzida por ligadura em ratas ovariectomizadas. Serão utilizados 32 ratos divididos em 4 grupos: C-OVX (controle, sem probiótico), C-OVX-HN019 (controle, com probiótico), DP-OVX (doença periodontal) e DP-OVX-HN019 (doença periodontal, com probiótico). No dia 0 do experimento, todos os animais serão submetidos à ovariectomia. Após 8 semanas, os animais dos grupos HN019 receberão administração sistêmica da cepa probiótica B. lactis (1,5 x 108 Unidades Formadoras de Colônia/mL) durante 8 semanas. 14 semanas após o início do experimento, os animais dos Grupos DP-OVX e DP-OVX-HN019 serão submetidos à colocação de ligaduras aos redor dos primeiros molares inferiores para indução doença periodontal. Estes animais também receberão administrações tópicas da terapia probiótica no dia de colocação das ligaduras, bem como aos 3 e 7 dias após a colocação das mesmas. Todos os animais serão submetidos à eutanásia 16 semanas após o início do experimento. As mandíbulas serão dissecadas e a perda óssea alveolar será calculada por meio de análise microtomográfica. Os dados obtidos serão submetidos à análise estatística (P < 0,05).