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Desenvolvimento de um fitocosmético enriquecido com Caryocar brasiliense Camb

Processo: 17/26761-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia
Pesquisador responsável:Lucinéia dos Santos
Beneficiário:Amanda de Andrade Machado
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Pequi   Sustentabilidade   Flavonoides

Resumo

A partir dos dados descritos na literatura, é possível perceber que, os usos terapêuticos do fruto do pequi (Caryocar brasiliense Camb.) na medicina popular podem ser justificados cientificamente pelo alto teor de vitamina C e de carotenoides que ele contém, além de ser rico em compostos fenólicos presentes em sua polpa. No entanto, sua exploração para o aproveitamento do seu fruto e da sua madeira é puramente extrativista, sendo que o esgotamento desta planta já está previsto num futuro próximo. Diante disso, o aproveitamento e a comercialização de produtos elaborados a partir do fruto do pequi têm sido vistos como uma forma de garantir a sua valorização e permanência. Nesta direção, por meio do projeto nº 38717 PIBITI ISB (2016) foram desenvolvidos cremes com atividade antioxidante a partir dos óleos da polpa e da amêndoa do pequi. Os resultados obtidos foram muito bons, mas o baixo rendimento na obtenção do óleo do pequi se apresentou como um fator desfavorável no desenvolvimento do fitocosmético. Concomitantemente, foi constatado que a torta do pequi, resíduo sólido da polpa proveniente do processo de extração do seu óleo, e que normalmente é descartado, exibia um ótimo rendimento, além de possuir importantes compostos bioativos, segundo a literatura. Deste modo, realizamos alguns estudos preliminares de sua atividade antioxidante e obtivemos resultados surpreendentes. Diante desse quadro, este projeto tem por objetivo desenvolver um creme com atividade antienvelhecimento, e enriquecido com o extrato hidroetanólico da torta do pequi, resultante do processo de extração de seu óleo a partir de sua polpa. Para isso, inicialmente será avaliada a ausência de toxicidade do extrato e posteriormente o potencial antioxidante, antienvelhecimento e fotoprotetor do creme, além de quantificar a concentração de fenóis totais e flavonoides presentes na formulação e conferir sua qualidade e estabilidade. Este projeto trata-se de uma parceria entre pesquisadores da UNESP de Assis, que buscam, por meio do conhecimento científico, o uso correto das plantas do cerrado, seu aproveitamento econômico e consequentemente sua preservação.

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