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Ação de fármacos associados à nanotecnologia no controle de biofilmes cariogênicos

Processo: 18/01429-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Marlise Inêz Klein Furlan
Beneficiário:Guilherme Roncari Rocha
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Reabilitação bucal   Fármacos   Nanotecnologia   Biofilmes   Candida albicans   Streptococcus mutans   Nanopartículas   Bioquímicos   Expressão gênica   Fatores de virulência

Resumo

O desenvolvimento de terapias eficazes para o controle de biofilme oral é um desafio. Agentes tópicos usados para tratar e/ou prevenir doenças orais causadas por biofilme, geralmente, não são mantidos na boca por um período suficiente para que os mesmos possam exercer o seu potencial terapêutico máximo. Assim, foi desenvolvido um sistema de liberação controlada de fármacos (nanopartículas carreadoras ou NPCs) que se aderem à hidroxiapatita, à película salivar e aos exopolissacarídeos (componentes principais da matriz extracelular de biofilmes cariogênicos) o qual, possui capacidade de carrear tt-farnesol, fármaco responsável por modificar fatores de virulência de um biofilme com Streptococcus mutans. As NPCs possuem elementos responsivos às mudanças de pH para a liberação controlada do fármaco em nichos ácidos. O biofilme misto de S. mutans e Candida albicans é extremamente patogênico, tem desenvolvimento estrutural rápido e produção acentuada de matriz rica em exopolissacarídeos e de ácidos via metabolismo de açúcares da dieta. Portanto, o objetivo é investigar se a associação com outros fármacos auxiliaria o tt-farnesol carreado por NPCs no controle do biofilme cariogênico misto. Assim, as NPC serão modificadas (química e estrutura) para carrear outros fármacos para realizar tratamentos tópicos de biofilmes mistos, sendo eles a miracetina e o flúor. A eficácia dos tratamentos será demostrada por testes microbiológicos (contagem de unidades formadoras de colônia), de expressão gênica de fatores de virulência (via RT-qPCR, sendo 9 genes da bactéria e 10 do fungo), bioquímicos (caracterização da matriz) e microscopia confocal (arquitetura 3D dos biofilmes). Para interpretação dos dados será aplicado teste estatístico de acordo com o tipo de distribuição e nível de significância de 5%. Espera-se compreender o comportamento do biofilme frente aos tratamentos propostos, visando a diminuição da virulência. (AU)

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