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Coleções de ascídias, culturas de laboratório e descrições do brotamento

Processo: 18/09597-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Convênio/Acordo: ANR
Pesquisador responsável:Federico David Brown Almeida
Beneficiário:Sheina Koffler
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50164-5 - Células-tronco, brotação e a evolução da colonialidade em ascídias, AP.JP
Assunto(s):Células-tronco   Tunicata   Urocordados   Biologia do desenvolvimento   Reprodução assexuada

Resumo

Dentro do nosso próprio filo, os tunicados mostram modos incrivelmente distintos de reprodução clonal. Ascídias coloniais podem substituir e formar novos indivíduos constantemente durante curtos períodos de tempo. Portanto, planejamos usar ascídias coloniais como espécies modelo de laboratório para compreender a forma como células-tronco adultas estão envolvidas na reprodução clonal e regeneração. Durante os últimos anos e como parte de uma colaboração internacional e projeto Jovem Pesquisador (FAPESP-ANR JP 2015/50164-5), nós iniciamos o estudo de diversas espécies de uma família (Styelidae) de ascídias locais da costa norte de São Paulo: Symplegma brakenhielmi, S. rubra, Botryllus tabori, Botrylloides nigrum, Styela canopus, and S. plicata. Essas espécies são coletadas a cada 2-3 semanas no CEBIMAR ou Ilhabela Yacht Club, onde mantemos lâminas de cultura no mar. Essas lâminas são então trazidas ao laboratório para experimentação. O objetivo dessa bolsa TT3 é desenvolver procedimentos de cultura para manter essas espécies em condições de laboratório como já realizado para o modelo de ascídias colônias Botryllus schlosseri em outros laboratórios do mundo. Nos últimos anos e com suporte do projeto acima mencionado, nós construímos a infraestrutura apropriada no Departamento de Zoologia IB-USP para a cultura de ascídias no laboratório. No entanto, até o momento não foi possível manter culturas a longo prazo de nenhuma dessas espécies. Bolsistas TT3 anteriores já testaram condições ótimas de alimentação e temperatura da água, mas testes sistêmicos comparando água do mar natural vs. artificial, junto com sistemas de filtragem e testes de qualidade precisam ser realizados nas instalações atualmente mantendo as culturas de ascídias em curto prazo. (AU)