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Desenvolvimento e padronização de uma nova metodologia para avaliar o efeito de peptídeos intracelulares em interações proteína-proteína

Processo: 18/07852-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Emer Suavinho Ferro
Beneficiário:Tiago Zaminelli
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/04000-3 - Farmacologia de oligopeptidases e peptídeos intracelulares, AP.TEM
Assunto(s):Transdução de sinais   Peptídeos   Peptídeo hidrolases   Interação proteína-proteína   Oligopeptidases

Resumo

As proteínas são fundamentais para a dinâmica fisiológica da vida, formando redes interativas que respondem às circunstâncias espaciais e temporais (por exemplo, condições ambientais, estresse ou situações patológicas ou à ação de drogas). As proteínas não agem sozinhas, mas interagem entre si, participando de uma série de modulações fisiológicas. Estas interações proteína(s)-proteína(s) podem ser dinâmicas ou estáveis, e ocorrem através de mecanismos estruturais físico-químicos, controlados pelo microambiente estrutural e celular. Devido à dinâmica e complexidade destas reações, o ideal ao serem analisadas é que os métodos analíticos utilizados perturbem minimamente o contexto natural celular. Dentre a vasta variedade de proteínas e peptidases sugeridas regulando interações proteína-proteína encontramos a thimet oligopeptidase (EC 3.4.24.15; EP24.15). Essa enzima se destaca pela presença em ambos os compartimentos intracelular e extracelular, onde metaboliza diversos peptídeos (degrada e produz) produzidos pelo proteassomo ou pela via secretória (i.e. neuropeptídeos). A EP24.15 participa da rede de interações celulares interagindo, por exemplo, com a 14-3-3 epsilon de forma dependente da fosforilação na serina 644 pela proteína quinase A (Carreño ET AL., 2005). Por outro lado, a EP24.15 também foi sugerida participar da rede de interações proteicas celulares metabolizando peptídeos intracelulares (Cunha ET AL., JBC 2008; Russo ET AL., FEBS Letters, 2012).Diante disso, nosso desafio nesse projeto é desenvolver e validar um protocolo experimental que permita a quantificação de interações entre proteínas in vivo (em células e/ou animais), que possa ser aplicado para determinarmos o efeito de peptídeos intracelulares específicos, ou de alterações globais na composição intracelular de peptídeos.

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