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Efeitos da fotobiomodulação associada a compósitos de espongina extraídas de esponjas marinhas e biosilicato durante o processo de reparo ósseo

Processo: 18/04792-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Giovanna Caroline Aparecida do Vale
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Reparo ósseo   Osso e ossos   Biomateriais   Vitrocerâmica   In vivo   Ratos Wistar   Terapia a laser de baixa intensidade   Histopatologia   Morfometria   Imuno-histoquímica

Resumo

Fraturas que acometem o sistema ósseo vêm aumentando significativamente, relacionando-se a um elevado custo socioeconômico e altos índices de morbidade e mortalidade. Nesse contexto, a engenharia do tecido ósseo vem desenvolvendo novos biomateriais e recursos terapêuticos para aperfeiçoar o reparo de fraturas ósseas. Dentre os métodos de tratamento destaca-se o uso da fotobiomodulação associada à utilização de biomateriais. Neste contexto, o ecossistema marinho constitui um ambiente amplamente rico para o fornecimento de matéria prima para desenvolver produtos biotecnológicos a serem utilizados no reparo ósseo. Um dos organismos marinhos alvo são as esponjas marinhas, que possuem em seu esqueleto um componente nomeado espongina, com enorme potencial para otimizar o reparo ósseo. Ainda, o Biosilicato é uma vitrocerâmica que apresenta resultados efetivos e promissores durante o processo de reparo ósseo. Desta forma, o objetivo deste projeto é avaliar através de testes in vivo os efeitos da fotobiomodulação associado ou não a compósitos de Biosilicato®/Espongina no reparo de defeitos ósseos induzidos na calota craniana de ratos. Para isso, serão utilizados 32 ratos Wistar submetidos ao procedimento cirúrgico para realização do defeito ósseo em calvária de ratos. O defeito será preenchido com os diferentes biomateriais, associados ou não a fotobiomodulação (808 nm; 30 mW; 1,07 W/cm2; 30 J/cm2 e 28 segundos). Ainda, os animais serão eutanasiados após 15 e 45 dias da cirurgia. Serão realizadas as análises de histopatologia, morfometria e imunoistoquímica. Este projeto espera contribuir para o desenvolvimento de novas tecnologias para serem utilizadas no reparo ósseo a partir de biomateriais nacionais e naturais, associados à fotobiomodulação.