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Avaliação prospectiva de determinantes prognósticos em carcinoma espinocelular de cabeça e pescoço

Processo: 17/20811-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Gilberto de Castro Junior
Beneficiário:Daniele Cristina de Oliveira
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia   Neoplasias de cabeça e pescoço   Carcinoma de células escamosas   Quimioterapia   Cuidados paliativos   Radioterapia   Prognóstico   Estudo observacional

Resumo

A cada ano são diagnosticados cerca de 650.000 casos novos de câncer de cabeça e pescoço (CCP), fazendo do CCP o sexto tipo de câncer mais frequente no mundo. O tratamento para esse tipo de câncer depende do estadiamento do tumor: câncer estadio I ou II são tratados com cirurgia primária ou com radioterapia definitiva e os estadios III ou IV demandam uma abordagem combinada de várias modalidades, tais como cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Considerando que os tratamentos possuem uma ampla gama de efeitos colaterais que podem prejudicar a realização de atividades cotidianas pelo paciente e que a sobrevida global mediana para CCP localmente avançado é de 10 à 12 meses, surge a necessidade de sistemas que identifiquem aqueles pacientes com maior probabilidade de benefício destes tratamentos, a fim de não submeter à uma terapia debilitante pacientes que não se beneficiarão dela em relação ao aumento de sobrevida. A partir disso, se propõe um estudo observacional de coorte prospectivo e uni-institucional que tem como objetivo coletar variáveis clínicas e laboratoriais de pacientes com CEC de CP no momento da internação e analisar a relação entre essas características e o desfecho de morte ou não em 3 meses. Secundariamente, se avaliará a sobrevida global da amostra realizando três análises interinas (em 3, 6 e 9 meses) e uma análise final em 12 meses. A partir da identificação dos fatores será elaborado um escore prognóstico para avaliação do paciente com CCP logo que é internado, que poderá nos auxiliar na escolha da melhor conduta terapêutica a ser instituída.