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Desenvolvimento de imunosensor para detecção de células prostáticas tumorais circulantes utilizando anticorpos monoclonais

Processo: 17/20404-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Andrei Moroz
Beneficiário:Marina de Lima Fontes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Engenharia celular   Células neoplásicas circulantes   Anticorpos monoclonais   Fibroínas   Neoplasias da próstata

Resumo

O Câncer de Próstata (CaP) é o Câncer mais diagnosticado e a segunda causa de mortes por Câncer entre os homens na América e nos países da Europa Ocidental. No Brasil, o número de novos casos de CaP estimado para o ano de 2016 foi de 61.200, com uma sobrevida média de 24 meses aos pacientes que desenvolvem a forma mais letal da doença, para o qual os tratamentos disponíveis são pouco eficazes. Sua detecção precoce é de fundamental importância e, para isso, destaca-se o papel dos anticorpos monoclonais, ferramentas que possuem importante papel na terapia, diagnóstico e estadiamento da doença. No entanto as técnicas clássicas na obtenção de anticorpos monoclonais podem não ser capazes de selecionar ou aumentar a probabilidade de obtenção de anticorpos específicos a antígenos que tenham relação direta com os processos de metástase tumoral. Neste sentido, esse projeto propõe utilizar uma técnica inovadora, desenvolvida em nosso laboratório, denominada imunização subtrativa de múltiplas tolerizações, a qual seleciona antígenos altamente agressivos e pouco expressos/raros na superfície de células tumorais. Após todas as etapas clássicas da obtenção dos clones de hibridomas, os melhores anticorpos, depois de produzidos e caracterizados, serão aplicados a uma plataforma diagnóstica empregando a tecnologia de imunosensores baseados em filmes nanoestruturados de fibroína, que poderão auxiliar no âmbito clínico ao detectar e caracterizar células tumorais circulantes, facilitando rápido diagnóstico de recidivas ou metástases. (AU)