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Bruxaria em Aberdeen no ano de 1597: um estudo analítico de suas causas, sistema de crenças, fatores externos e personagens

Processo: 17/26441-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2018
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Rui Luis Rodrigues
Beneficiário:Marcela Delia
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/14505-0 - Bruxaria em Aberdeen no ano de 1597: um estudo analítico de suas causas, sistema de crenças, referenciais e personagens, BE.EP.MS
Assunto(s):História moderna   Feitiçaria   Demonologia   Folclore   Escócia

Resumo

Esta pesquisa se propõe a realizar uma leitura dos processos de bruxaria em Aberdeen, Escócia, no ano de 1597. Sendo assim, buscará compreender: (1) como o universo linguístico do fenômeno pode ser analisado e interpretado dentro da realidade escocesa; (2) quais foram as razões para o início dos processos neste ano e, por fim, (3) qual o papel desempenhado pelas autoridades em geral (poder central e autoridades locais) nas dinâmicas de acusações, uma vez que a emissão de uma Commission of Justiciary pelo Rei e Privy Council permitiu a realização de um julgamento em Aberdeen. Com isso, o padrão de relações que havia anteriormente no burgo se alterou. Essas commissions eram solicitadas pelas autoridades locais ao Poder Central e geravam, portanto, um sistema de dependência mútua entre ambas as esferas governamentais. A pesquisa se baseará em três fontes primárias principais: uma transcrição integral, feita no século XIX, de manuscritos dos processos judiciais produzidos pelas cortes de Aberdeen no século XVI; um database on-line, o qual possui tabelas, gráficos e um catálogo de todos os casos, que se tem registro, da bruxaria escocesa; e a Daemonologie, manual demonológico escrito pelo próprio rei - James VI - importante para a conclusão do terceiro ponto. Além disso, o trabalho conta com o apoio de uma bibliografia subsidiária extensiva que dará embasamento teórico à pesquisa. (AU)