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Efeitos da temperatura no processo de melanogênese em melanócitos normais e malignos: avaliação de uma possível interação entre opsinas e genes de relógio

Processo: 18/08039-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Isabella Pereira Lima
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Opsinas   Melanoma   Melanócitos   Melanogênese

Resumo

Através de um mecanismo molecular, o organismo sincroniza seus processos biológicos de acordo com pistas ambientais, principalmente luz e temperatura. A pele é responsável pela proteção e está constantemente exposta a estes fatores externos. Além disso, a pele expressa opsinas - as quais são também presentes na retina - e possui um sistema de captação de luz bem como um sistema de controle temporal local - os genes de relógio. Nosso grupo demonstrou que a fotorrecepção de radiação UVA é mediada por melanopsina e rodopsina, o que leva a um processo de pigmentação imediata (IPD) em melanócitos normais e malignos. De forma pioneira demonstramos que a melanopsina atua também como um receptor de calor nas mesmas células. Em oposição à luz e radiação, o papel da temperatura na melanogênese é pobremente estudado. Sabe-se que a exposição aguda a altas e baixas temperaturas atua positiva e negativamente, respectivamente, sobre o conteúdo de melanina em melanócitos. Diante do exposto, o objetivo deste projeto é comparar, usando técnicas de PCR quantitativo, ensaios farmacológicos, atividade de tirosinase, quantificação e coloração de melanina, as respostas encontradas em melanócitos normais com as respostas dos melanócitos malignos, no que diz respeito a: 1) efeitos de pulsos repetitivos de temperaturas altas e baixas no processo de melanogênese; 2) uma possível captação dessa energia térmica via melanopsina, modulando o processo de pigmentação; 3) a possível participação dos genes de relógio neste processo.

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