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Avaliação in vitro da toxicidade de sistemas carreadores para o desenvolvimento de repelentes de longa duração em modelos 2D, co-cultura e 3D

Processo: 17/25702-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Renata de Lima
Beneficiário:Tais Germano da Costa
Instituição-sede: Pró-Reitoria Acadêmica. Universidade de Sorocaba (UNISO). Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Genotoxicidade   Nanotoxicologia   Cultura de células   Citotoxicidade   Repelentes de insetos

Resumo

A necessidade do combate a mosquitos vetores de doenças é uma área de interesse, principalmente após surtos de Dengue e Zika ocorridos nos últimos anos. Uma das formas de combate é a utilização de repelentes que afastam os vetores. Diferentes agentes químicos são utilizados para este fim, porém existem relatos de toxicidade destes compostos. Com isto, buscou-se alternativas para a utilização de agentes botânicos com capacidade de repelência, porém alguns problemas foram encontrados, como a alta volatilidade. Na tentativa de aumentar a eficácia e diminuir a toxicidade é proposto a utilização de micro/nanopartículas poliméricas para a dispersão de ativos, pois estes potencialmente aumentam a eficiência dos compostos, promovem a liberação sustentada. Porém existe a necessidade de se avaliar a toxicidade dos compostos. Os repelentes atualmente são classificados como cosméticos, logo para a avaliação da toxicidade não são permitidos estudos com animais, o que faz necessário estudos in vitro mais aprofundados. Esta proposta visa avaliar a toxicidade de sistemas carreadores de micro/nanopartículas poliméricas de zeína contendo os repelentes icaridina e geraniol como um sistema mais eficiente e prolongado para repelência de mosquitos vetores. Para isto micro/nanopartículas sintetizadas serão avaliadas utilizando testes in vitro (cultura de células 2D, co-culturas e modelo 3D) em relação a sua citotoxicidade, estresse oxidativo, apoptose, necrose, avaliação da irritação cutânea, detecção de citocinas secretadas (IL)-1 (IL-1ra, IL-6, IL-8 e GM-CSF) e quantificação da expressão de genes ligados a reação alérgica/inflamatória. Como resultados espera-se que o micro/nanorepelente desenvolvido apresente menor toxicidade e que seja possível realizar a comparação entre os diferentes modelos de teste in vitro propostos, e que estes contribuam para os estudos da avaliação de nanocompostos. (AU)