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Produção de hidrogel de celulose quimicamente modificada para bioimpressão

Processo: 18/06555-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Eliane Trovatti
Beneficiário:Mariana Alves Rios
Instituição-sede: Universidade de Araraquara (UNIARA). Associação São Bento de Ensino. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Engenharia tecidual   Regeneração tecidual guiada   Biomateriais   Osso e ossos   Celulose oxidada   Hidrogéis

Resumo

A engenharia de tecidos estuda estratégias de reparo e manutenção dos tecidos vivos, para isso, células e biomateriais são amplamente estudados por formarem um sistema responsável pelo sucesso da área em questão. O comportamento celular depende da interação da célula com o biomaterial para a formação de um novo tecido. Várias tecnologias, como por exemplo, impressão 3D e bioimpressão, surgiram para o desenvolvimento de novas estratégias para melhorar o reparo e manutenção tecidual. Os biomateriais usados para essas tecnologias são limitados porque devem apresentar propriedades adequadas para processamento e também manter as células viáveis. A celulose quimicamente modificada com o reagente TEMPO é biocompatível e tem propriedades interessantes para uso nesta área, como por exemplo, a possibilidade de conformação através de formação de complexos iônicos. Nesse sentido, a proposta deste projeto é o uso de um hidrogel de celulose quimicamente modificada para celularização, seguido de extrusão para formação de fibras. A capacidade de formação da fibra e manutenção da viabilidade celular serão os parâmetros para avaliar a eficiência do material como biotinta para bioimpressão. (AU)

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