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Materiais biohíbridos (caulinita-aminoácidos) como sensores luminescentes de poluentes emergentes

Processo: 17/01719-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica
Pesquisador responsável:Emerson Henrique de Faria
Beneficiário:Denis Talarico de Araujo
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/26569-3 - Materiais biohíbridos (Caulinita-Aminoácidos) como sensores luminescentes de poluentes emergentes, BE.EP.DR
Assunto(s):Materiais híbridos   Caulim   Aminoácidos   Contaminantes emergentes   Sensores

Resumo

O Brasil é um país que possui a maior reserva de água doce do planeta, por ser tão privilegiado sobre a quantidade de água, tão grande também está a responsabilidade da manutenção e cuidado sobre os rios, lagos e nascentes. Em contrapartida, a contaminação dos rios e nascentes devido ao aumento das atividades industriais e da negligência as políticas ambientais tem sido um dos grandes problemas da sociedade moderna. E a situação piora em relação aos poluentes emergentes, oriundos do aumento do consumo de cosméticos, medicamentos e de artigos de limpeza que são despejados nos rios através dos esgotos. Devido à falta de pesquisas e sensores específicos para essa classe de poluentes, a cada dia sobe os riscos sobre o bioma e a saúde humana. No contexto apresentado, o objetivo deste trabalho é a obtenção de sensores luminescentes para poluentes emergentes como hormônios, cafeína e compostos metálicos, a partir de materiais biohíbridos oriundos de um argilomineral (caulinita) modificado com aminoácidos através do método de funcionalização de um alcóxido modificado na caulinita. A escolha destes materiais se deve ao fato do potencial de aplicação da caulinita, sua abundância e seu baixo custo tendo suas propriedades melhoradas ou incrementadas pela sua modificação com moléculas orgânicas, neste caso, os aminoácidos que também são de baixo custo, biodegradável e multifuncional. O sensor será sintetizado pela complexação do material obtido com o íon lantanídeo európio que apresenta altas intensidades e tempos de vida nas emissões, sofrendo pouca influência do ambiente químico, o que aumenta sua seletividade, tornando-o bastante atraente para aplicação em sensores luminescentes de contaminantes. (AU)