Busca avançada
Ano de início
Entree

Impacto da administração da N-metil-N-nitrosourea em fêmeas Sprague-Dawley de mães submetidas à restrição proteica: susceptibilidade à carcinogênese mamária na vida adulta

Processo: 18/06067-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Luís Fernando Barbisan
Beneficiário:Antonio Rodrigues Bueno da Fonseca
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Transformação celular neoplásica   Neoplasias mamárias   Dieta com restrição de proteínas

Resumo

Trabalhos prévios indicam que a restrição proteica materna induz alterações no desenvolvimento das glândulas mamárias e aumenta a susceptibilidade da prole à carcinogênese mamária induzida após três doses de N-metil-N-nitrosurea (MNU) em ratas da linhagem Wistar (resistente). Utilizando-se de ratas da linhagem Sprague-Dawley (suscetível), investigaremos o efeito do período de administração de dose única de MNU sobre o desenvolvimento da glândula mamária e risco para o desenvolvimento de tumores mamários na prole de fêmeas de mães submetidas à restrição proteica materna. Fêmeas prenhes serão alimentadas do dia gestacional 0 (DG0) até o dia pós-natal 21 (DPN 21, desmame) com ração normoproteica (grupo DNP, 17% de proteína) ou com ração hipoproteica (grupo DHP, 6% de proteína). Após o desmame, as proles de fêmeas serão alimentadas com dieta comercial até os pontos específicos de eutanásia. Nos DPN 28 ou 35, fêmeas dos grupos DNP e DHP receberão dose única de 50 mg/kg de MNU e parte das fêmeas serão eutanasiadas 24 horas após a aplicação da MNU. Fêmeas dos grupos DNP e DHP serão também acompanhadas até o DPN 250 para avaliação do aparecimento de tumores mamários induzidos pela MNU. Nos DPN 29 ou 36, as glândulas mamárias abdominais serão removidas para análise do desenvolvimento da arvore mamária (medidas dos diâmetros longitudinal e lateral e contagem de estruturas terminais), contagem de proliferação celular (Ki-67), apoptose (caspase-3) e expressão do receptor de estrógeno alfa (RE-±) por imunoistoquímica. O surgimento do primeiro tumor será registrado e fêmeas com tumor > 2 cm de diâmetros serão eutanasiadas. A latência e número médio de tumores serão comparados entre os grupos DNP e DHP. Ao final do estudo espera-se avaliar os efeitos da restrição proteica materna sobre o desenvolvimento e impacto da administração da MNU sobre a glândula mamária da prole e estabelecer o melhor período de administração da MNU (DPN 28 ou 35) que elevaria o risco de desenvolvimento de tumores mamários na vida adulta. (AU)