| Processo: | 18/02191-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica |
| Pesquisador responsável: | José Rubens Pirani |
| Beneficiário: | Thais Nogales da Costa Vasconcelos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Angiospermas Biogeografia Sistemática Campos rupestres Macroevolução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | angiospermas | Biogeografia | campos rupestres | Macroevolução | Métodos Comparativos Filogenéticos | Sistematica | macroevolução e biogeografia histórica |
Resumo A distribuição desigual da biodiversidade sobre a superfície terrestre é resultado da longa interação entre o ambiente e a história evolutiva dos organismos. Essa relação faz com que certas regiões sejam muito mais heterogêneas e ricas em espécies por área do que o esperado. Esse é o caso da Flora Montana da Cadeia do Espinhaço (FMCE), região do Brasil Centro-Oriental com um número de espécies de plantas muito superior à média brasileira. As crescentes alterações climáticas e degradação ambiental ameaçam destruir o equilíbrio dessa biota antes que sua megadiversidade seja completamente entendida. O presente projeto de pesquisa visa a elucidar os padrões de diversificação que levaram à formação florística particular da FMCE por meio da análise macroevolutiva de seus grupos de plantas mais emblemáticos. Nove linhagens de angiospermas com particular diversidade nesses ambientes, entre monocotiledôneas e eudicotiledôneas, são propostos inicialmente como grupos-modelo para responder as questões descritas aqui. Em uma primeira parte, o projeto buscará responder: como e quando a FMCE como conhecemos hoje se diversificou, que processos biogeográficos mais influenciaram a formação desta, que tipo de dinâmica macroevolutiva resultou na alta diversidade de espécies presentes ali e como se deu a especialização de caracteres vegetativos e reprodutivos nesse ambiente ao longo do tempo. Em uma segunda parte, o projeto utilizará a história evolutiva dessas linhagens para mapear atributos de diversidade evolutiva (ADEs) na área da FMCE, incluindo riqueza de espécies, diversidade filogenética, diversidade funcional e potencial evolutivo. Estes serão contrastados entre si, de forma a verificar que pares de ADEs estão correlacionados. ADEs serão mapeados em comparação às áreas das unidades de conservação existentes (UC), inferindo como elas poderiam ser expandidas ou modificadas de forma a incluir o maior valor de ADE com o menor custo. É esperado que os resultados da pesquisa possam ser extrapolados para outras áreas megadiversas do globo, buscando responder questões evolutivas mais abrangentes. A inclusão de ADEs como critério na delimitação de áreas de preservação aumenta a atratividade de políticas de conservação por parte da comunidade cientifica e de agências responsáveis do governo. | |
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