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Gênero e contrainsurgência: a estratégia dos Estados Unidos na guerra no Afeganistão

Processo: 18/03392-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Política Internacional
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Samuel Alves Soares
Beneficiário:Gabriela Freitas dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Segurança internacional   Estratégia militar   Guerra   Militares   Mulheres   Afeganistão

Resumo

O objetivo deste trabalho é analisar os aspectos de gênero da estratégia de contrainsurgência dos Estados Unidos na guerra do Afeganistão. Esses aspectos estão destacados de forma mais evidente na implementação dos Female Engagement Teams ou Equipes de Engajamento Feminino (EEFs), grupos de apoio formados exclusivamente por mulheres militares dos Estados Unidos, responsáveis por realizar aproximação direta com a população civil, principalmente com as mulheres afegãs. Em âmbito maior, essa iniciativa fez parte da reorientação estratégica estadunidense adotada no Afeganistão, a partir de 2009, com o governo Obama. Através de uma estratégia de contrainsurgência, centrada na população, o objetivo era 'conquistar corações e mentes' civis e derrotar a insurgência afegã, principalmente o Talibã. Dessa forma, a pesquisa procura responder quais são os aspectos de gênero predominantes na estratégia de contrainsurgência adotada pelos Estados Unidos na intervenção no Afeganistão; e como este fenômeno, a generificação da contrainsurgência, faz parte de uma remodelação do intervencionismo estadunidense. (AU)