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Estudo dos efeitos da depleção das isoformas das RSKS em células de glioblastoma

Processo: 17/25205-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Martín Roffé
Beneficiário:Arielly da Hora Alves
Instituição-sede: A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia   Neoplasias   Glioblastoma   Repetições palindrômicas curtas agrupadas e regularmente espaçadas   Sinalização   Proteína 9 associada à CRISPR

Resumo

As RKS são um grupo de quinases da família ribosomal protein s6 kinase. Essa família é constituída de quatro isoformas (RSK1-4), as quais são reguladas diretamente pela via Ras-ERK1/2. Esse grupo de quinases está descrito na literatura com funções essenciais para sobrevivência e desenvolvimento de tumores com papel fundamental no controle da transcrição, tradução e proliferação, entre outras funções. Estudos do nosso grupo determinaram que os dois inibidores químicos mais usados para as RSKs (SL0101 e BI-D1870) são inespecíficos, gerando a necessidade de uma reavaliação das funções descritas para essas quinases. Até o momento, é pouco o que se conhece a respeito da função das isoformas das RSKs em glioblastomas (GBM). A expressão das isoformas das RSKs foi estudada em cinco linhagens celulares de GBM (LN18, LN229, U87MG, A172 e U118MG). Observamos que a expressão de RSK1 é variável entre as diferentes linhagens, sendo as LN-18 as que apresentam maiores níveis. A RSK2 é expressa em níveis similares entre as células, no entanto, RSK3 e 4 não foram detectadas. Para entender os efeitos dessas quinases, geramos células LN-18 nocaute para as diferentes isoformas através da técnica de CRISPR/Cas9. Como resultado, obtivemos células depletadas de RSK1, RSK2 e células duplo nocaute para RSK1 e 2. O objetivo deste projeto é caracterizar os fenótipos e efeitos biológicos dependentes de cada uma dessas quinases. Analisaremos os efeitos das isoformas de RSKs em relação à proliferação, ciclo celular, migração, invasão e sobrevida, que são mecanismos essenciais na biologia tumoral dos GBMs. Esperamos também conseguir determinar quais são os efeitos específicos dos inibidores químicos das RSK utilizando as células nocaute. Todos esses dados serão fundamentais para estabelecer o potencial das RSKs como alvo terapêutico para o GBM.