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Avaliação do potencial alelopático de cana-de-açúcar

Processo: 18/11402-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Pedro Luis da Costa Aguiar Alves
Beneficiário:Neriane Hijano
Supervisor no Exterior: Stephen Oscar Duke
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Local de pesquisa : Agricultural Research Service (ARS), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/09011-6 - Avaliação do potencial alelopático de cana-de-açúcar, BP.DR
Assunto(s):Saccharum   Matologia   Alelopatia   Ácidos hidroxâmicos

Resumo

As cultivares de cana-de-açúcar plantadas atualmente são resultado de melhoramentos genéticos que foram realizados visando o incremento na produtividade, mas esta seleção resultou na redução do potencial competitivo da espécie, que pode estar associada aos compostos alelopáticos presentes e/ou liberados por cada cultivar. A família Poaceae está entre as famílias mais pesquisadas em relação aos compostos alelopáticos. A alelopatia caracteriza-se pelo efeito de uma planta no crescimento e estabelecimento de outra, através da produção e liberação de compostos químicos secundários para o ambiente. Com isto, o objetivo é caracterizar o potencial alelopático de cana-de-açúcar, cultivares CTC 2 e IAC 911099, pelo método de liberação por exsudação radicular (planta "in vivo"); isolar frações e substâncias ativas de cana-de-açúcar. Os exsudatos foram coletados através do método hidropônico e de garrafas em posição invertida, e serão aplicados em diferentes concentrações em plantas-teste e em plantas-alvo (experimentos de cito e fitotoxicidade), para verificação do potencial alelopático. Os exsudatos mais ativos serão fracionados conforme técnicas apropriadas de cromatografia e as frações obtidas serão testadas por meio dos mesmos bioensaios. As frações bioativas serão analisadas para identificação das substâncias presentes. Essa etapa do projeto será desenvolvida junto ao grupo de pesquisa do professor Dr. Stephen Duke no Natural Products Utilization Research Unit/USDA, University of Mississippi.

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