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Análise inovadora do controle autonômico cardiovascular em ciclistas após diferentes intensidades de treinamento muscular inspiratório: estudo clínico controlado e aleatorizado

Processo: 18/11123-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Aparecida Maria Catai
Beneficiário:Raphael Martins de Abreu
Supervisor no Exterior: Alberto Porta
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Local de pesquisa : Università degli Studi di Milano, Itália  
Vinculado à bolsa:17/13402-0 - Comparação de diferentes intensidades de treinamento muscular inspiratório sobre o controle autonômico cardiovascular de ciclistas: estudo clínico controlado e randomizado, BP.DD
Assunto(s):Sistema cardiovascular   Fisioterapia   Exercícios respiratórios   Sistema nervoso autônomo   Desempenho atlético

Resumo

O treinamento muscular inspiratório (TMI) tem sido aplicado como um método não convencional para melhorar o desempenho de atletas, devido a sua contribuição para a redução da dispneia e da fadiga muscular periférica. No entanto, pouco se sabe sobre os efeitos da TMI no controle autonômico cardiovascular, fatores determinantes para a manutenção da homeostase cardiovascular, tanto em repouso quanto durante a atividade esportiva. O objetivo do período de estágio é aplicar metodologias inovadoras de análise e explorar os resultados encontrados no controle cardiovascular autonômico após diferentes intensidades de TMI. Durante este período, o aluno aprenderá sobre os métodos de análise de dados, uma vez que o Prof. Dr. Alberto Porta possui ampla experiência em processamento e interpretação de sinais biológicos. Além disso, esse estágio poderia definir o melhor método de análise de dados, possibilitando direcionar essa modalidade de treinamento na prática clínica, de forma mais eficaz beneficiando o controle autonômico cardiovascular. (AU)