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Paleoautoecologia de moluscos da Formação Solimões (Mioceno Superior, Bacia do Acre, Brasil)

Processo: 18/01409-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Renato Pirani Ghilardi
Beneficiário:Luana Almeida Rapozo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Mioceno

Resumo

Os bivalves são animais bentônicos propícios para o estudo da paleoautoecologia, dada a sua abundância no registro geológico, sua relação direta com a taxa de sedimentação e por apresentarem conchas calcáreas que facilitam a preservação no registro fóssil. Assim, são importantes ferramentas para o entendimento do ambiente deposicional dos pacotes sedimentares associados e do ambiente de vida deste grupo. A Formação Solimões apresenta várias litologias, sendo a maior parte de argilitos com concentrações carbonáticas e gipsíferas e com concentrações esparsas de pirita e grande quantidade de fósseis de vertebrados e invertebrados. Os estudos envolvendo a morfologia dos moluscos (bivalves e gastrópodes) para estudos paleoautoecológicos são poucos. Dessa forma, este trabalho tem como objetivo a classificação e a descrição da morfologia das amostras de bivalves e gastrópodes da Formação Solimões depositados na coleção científica do Laboratório de Paleontologia da Universidade Federal do Acre, da cidade de Rio Branco.

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