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Análise filogeográfica de três espécies do gênero Idiops Perty 1833 (Araneae, Idiopidae)

Processo: 18/02842-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:José Paulo Leite Guadanucci
Beneficiário:Rafael da Fonseca Ferreira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/11985-9 - Sistemática morfológica e molecular e biogeografia de aranhas Mygalomorphae da Mata Atlântica, AP.BTA.JP
Assunto(s):Filogeografia   Morfometria   Sistemática   Aranhas   Mygalomorphae   Idiopidae   América do Sul

Resumo

As aranhas pertencentes a infraordem Mygalomorphae, que incluem as caranguejeiras, aranhas de alçapão e aranhas de teia de funil, se caracterizam por possuírem uma uniformidade morfológica e de estilos de vida marcante, que são o reflexo evolutivo de um hábito de vida fortemente sedentário, limitada dispersão e baixa vagilidade, que pode ocasionar em uma forte estruturação genética populacional. Tais características as tornam excelentes modelos para estudos integrativos como a filogegrafia, que tem como objetivos descrever os princípios e processos que governam a distribuição geográfica das linhagens genealógicas em toda sua abrangência intraespecífica. Através de uma abordagem integrativa, utilizando ferramentas filogeográficas e dados moleculares, morfométricos e geográficos, três espécies filogeneticamente relacionadas do gênero Idiops (Idiopidae) serão utilizadas nas análises: I. pirassununguensis Fukami & Lucas 2005, I. camelus (Mello Leitão 1937) e I. fuscus Perty 1983. Espera-se, assim, contribuir para um melhor entendimento das relações intra e interespecíficas de três espécies amplamente distribuídas de Idiops, testar a efetividade de quatro novos marcadores nucleares (MRPL45, RPF2, XPNPEP3 e HAT1) propostos para Idiopidae, delimitar possíveis espécies crípticas existentes e colaborar para um melhor entendimento dos padrões e processos que moldaram a atual distribuição da biodiversidade na América do Sul. (AU)