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Avaliação da citotoxicidade e atividade anestésica de nanopartículas lipídicas funcionais de bupivacaína S75:R25 desenvolvidas para o tratamento de queimaduras

Processo: 18/07100-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Eneida de Paula
Beneficiário:Gabriela Geronimo
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/14457-5 - Carreadores baseados em lipídios (SLN/NLC e lipossomas com gradiente iônico) como estratégia para aumentar a encapsulação e a potência de anestésicos locais, AP.TEM
Assunto(s):Óleo de melaleuca   Citotoxicidade   Bupivacaína

Resumo

O controle da dor em injúrias causadas por queimaduras e no seu tratamento permanece um desafio na comunidade científica. Terapias com opióides, apesar de serem utilizadas com certa frequência, possuem diversas limitações. Outra alternativa para atender tal demanda é a aplicação de anestésicos locais, fármacos potenciais para o tratamento de tais lesões. A bupivacaína é o anestésico local mais utilizado mundialmente em cirurgias e períodos pós-operatórios, com tempo de ação de até 6 horas. Entretanto, esse tempo de ação é limitado para o alívio da dor em queimados, fazendo com que o anestésico tenha que ser administrado várias vezes por dia, o que pode potencializar sua toxicidade sistêmica. Formulações de liberação prolongada de fármacos (drug-delivery) como os carreadores lipídicos nanoestruturados (CLN), permitem superar tais limitações. O presente projeto propõe a avaliação da citotoxicidade e da eficácia anestésica in vivo de formulações de CLN otimizados, compostos por excipientes naturais funcionais (cera de abelha, óleo essencial de lavanda ou de melaleuca). Tais CLNs foram preparados para a encapsulação da bupivacaína em excesso enantiomérico (S75:R25), a 1%. As formulações serão estudadas em relação à citotoxicidade in vitro em células 3T3 e HCAT e eficácia anestésica, testada em camundongos pelo teste de tail flick. Propomos assim, a realização de testes in vitro e in vivo necessários para o desenvolvimento destas inovadoras formulações anestésicas.