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A Rebelião Reche-Mapuche de 1655: trabalho escravo, parlamentos e a crise do Império Espanhol

Processo: 18/01316-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História da América
Pesquisador responsável:Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron
Beneficiário:Gustavo Velloso
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/22645-7 - A Rebelião Reche-Mapuche de 1655: escravidão, parlamentos e a crise do império espanhol, BE.EP.DR
Assunto(s):Crise do sistema colonial   Trabalho escravo   Trabalho indígena   Escravidão   Mapuche   Império Espanhol   Chile   Século XVII

Resumo

A finalidade do projeto de pesquisa que ora se apresenta é lançar luz sobre a rebelião indígena que se iniciou em 1655 na fronteira meridional do Reino de Chile, realizada com a união de numerosos grupos Reche-Mapuches. Considerando que uma compreensão pormenorizada do fenômeno implica observá-lo sob o movimento dos processos históricos dos quais ele constitui parte, propõe-se interpretá-lo a partir do seu entrecruzamento com três eixos temáticos principais: em primeiro lugar, a formação e o desenvolvimento da escravidão e outras modalidades do trabalho indígena no território colonial chileno, bem como o lugar desses regimes na configuração produtiva da região e suas conexões comerciais com outras áreas durante o século XVII. Em seguida, as interlocuções políticas e as dinâmicas culturais expressas sobretudo (mas não exclusivamente) na realização dos parlamentos, reuniões onde as lideranças espanholas e indígenas negociavam as condições para o término da guerra que mantinham desde a primeira metade do século anterior. Finalmente, a situação de crise pela qual passava o Império Espanhol no mesmo período, com as revoltas separatistas que teve que enfrentar em numerosos domínios, a queda do fluxo de metais preciosos americanos para a Europa e a perda da velha hegemonia oceânica com o advento de novas potências ultramarinas. (AU)

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