| Processo: | 18/13205-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Marcos Lutz Müller |
| Beneficiário: | Fábio Mascarenhas Nolasco |
| Supervisor: | Christoph Asmuth |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Technical University of Berlin (TU), Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 15/19065-0 - A medida e a desmesura da ciência moderna: cálculo infinitesimal e teoria atômica na 'Doutrina do Ser' de Hegel, BP.PD |
| Assunto(s): | Dialética Atomismo Filosofia da natureza |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atomismo | Dialética | filosofia da natureza | Revolução química | Filosofia clássica alemã |
Resumo A imagem de Hegel como um inimigo das ciências não é mais sustentável. Desde os primeiros documentos juvenis até os últimos esforços Hegel buscou acompanhar, entender e reconstruir historicamente os campos científicos da matemática, física, química, geologia, botânica e zoologia, e de tal modo que se torna difícil encontrar comparação dentre os filósofos. Mas isso se tornou um fato apenas depois da recente edição filológico-crítica das transcrições completas dos cursos que Hegel ministrou em Iena, Nuremberg, Heidelberg e Berlin. A questão da relação de Hegel com a ciência é, portanto, campo aberto. No meu caso, depois de concluir uma tese sobre a reconstruição hegeliana do cálculo diferencial e integral, foco-me agora na exploração da relação de Hegel à revolução química executada por Lavoisier, Dalton e Berthollet, os pioneiros das teorias atômicas modernas. Tal tema é central para a compreensão da conclusão à primeira parte da Lógica hegeliana e da passagem do ser à essência. Acredito tratar-se de um elemento-chave à avaliação da relação de Hegel com seus contemporâneos e antecessores no que diz respeito à aproximação filosófica à ciência: Kant, Goethe e Schelling. | |
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