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Degradação eletroquímica de metilparabeno utilizando ânodos de mistura de óxidos metálicos

Processo: 18/06170-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Pesquisador responsável:Artur de Jesus Motheo
Beneficiário:Giovanna Fardini Lima
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Eletroquímica   Eletro-oxidação   Eletrodos   Óxidos metálicos   Parabenos   Microscopia eletrônica   Cromatografia líquida

Resumo

Parabenos são substâncias orgânicas utilizadas na indústria como fungicidas, principalmente em produtos de higiene e cosméticos e, assim como outros poluentes emergentes, não são removidos das águas residuais por tratamentos convencionais. Devido a seu caráter como potencial desregulador endócrino em seres humanos e animais, tornou-se relevante a busca por métodos eficientes para sua degradação e remoção do meio ambiente. Os processos de oxidação eletroquímica vêm ganhando notoriedade na degradação de diversos poluentes orgânicos por meio da utilização de eletrodos de mistura de óxidos metálicos (MOM). Dessa forma, o presente trabalho tem por objetivo realizar a oxidação eletroquímica de uma molécula de prova, o metilparabeno, utilizando ânodos de MOM preparados a partir de soluções precursoras de líquidos iônicos e de um eletrodo comercial (De Nora - Brasil), este último para comparação de eficiência entre os ânodos. Dois parâmetros operacionais terão suas influências avaliadas: a natureza e concentração do eletrólito suporte e a densidade de corrente aplicada durante o processo de oxidação eletroquímica. A caracterização física dos eletrodos será feita de modo a avaliar sua morfologia, por meio de microscopia eletrônica de varredura aliada à espectroscopia de energia dispersiva, e sua composição através de difração de raios X. A caracterização eletroquímica será realizada por voltametria cíclica, a qual permitirá determinar a área ativa dos eletrodos e sua estabilidade. A degradação do metilparabeno será acompanhada por cromatografia líquida de alta eficiência, cromatografia líquida acoplada ao espectrômetro de massas, espectroscopia de UV-vis e determinações de carbono orgânico total. (AU)