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Geoquímica elementar e isotópica das formações ferríferas e folhelhos negros: novas evidências de condições paleoredox durante o paleo- e Neoproterozóico no Norte e Centro-Oeste do Brazil

Processo: 18/05892-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Marly Babinski
Beneficiário:Eric Siciliano Rego
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/16235-2 - Evolução da vida e oxigenação da terra primitiva: uma perspectiva a partir da América do Sul, AP.SPEC
Bolsa(s) vinculada(s):19/16271-0 - Geoquímica elementar e isotópica de formações ferríticas, carbonatos e folhelhos negros: condições paleoredox durante o Neoarqueano, paleo- e Neoproterozóico no Brasil, BE.EP.DR
Assunto(s):Geoquímica

Resumo

A evolução da Terra e seus processos para sustentar a vida tem sido um importante tema de pesquisa nas últimas décadas. Questões relacionadas à habitabilidade do planeta, inclusive quando o oceano e a atmosfera se tornaram ricos em oxigênio, ainda impõem desafios à nossa compreensão de como e quando esses recursos evoluíram. Esse aumento de oxigênio atmosférico modulou uma tendência evolutiva que pode ter afetado e / ou retardado a evolução da vida. O registro geológico, particularmente as formações ferríferas e folhelhos negros do Arqueano / Paleoproterozóico ao Neoproterozóico, são arquivos adequados para explorar essas relações antes, durante e após o aumento do oxigênio atmosférico. O objetivo deste estudo é entender as mudanças no estado redox do sistema oceano-atmosfera durante períodos de oxigenação (por exemplo, whiffs, GOE e NOE) através de abundâncias de elementos traço (por exemplo, Mo, Cr e U), e composições isotópicas de Fe e Zn de formações ferríferas, folhelhos ricos em matéria orgânica e isótopos de Fe in situ em amostras selecionadas da província mineral de Carajás (CMP), região do Pará, e do depósito de ferro da Formação Santa Cruz do Grupo Jacadigo, Mato Grosso do Sul. Além disso, os isótopos de Zn serão analisados nas amostras já bem caracterizadas de Turee Creek, na Austrália, e combinando esses métodos, esperamos avança o conhecimento sobre o estado redox durante a evolução da Terra primitiva.