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Efeito das células-tronco mesenquimais sobre o crescimento de melanomas caninos e murinos: estudos in vitro e in vivo

Processo: 17/17237-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Maria Lucia Zaidan Dagli
Beneficiário:Taticia Lieh Ikeda
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Microambiente tumoral   Imunomodulação   Cães

Resumo

Melanoma é a forma mais agressiva dos tumores cutâneos e de difícil tratamento se não diagnosticado precocemente. No microambiente tumoral, as células-tronco mesenquimais (CTM) desempenham um importante papel sobre o perfil e o desenvolvimento das diversas subpopulações presentes no tumor. O tropismo dessas células por tecidos tumorais possibilita a utilização de CTM como veículos de distribuição de agentes terapêuticos antitumorais. Entretanto, seu emprego como ferramenta terapêutica no tratamento de tumores ainda é controverso, considerando que as CTM podem tanto contribuir ou inibir o crescimento neoplásico. Já foi demostrado que o efeito antitumoral de CTM pode ser obtido por meio da polarização dessas células para um fenótipo pró-inflamatório. Dessa forma, este projeto tem como objetivo avaliar o efeito das CTM naïve e pró-inflamatórias sobre o desenvolvimento de células tumorais e a capacidade destas em modular o sistema imune do microambiente tumoral. Para isso, CTM murinas e caninas serão polarizadas com lipopolissacarídeos (LPS) ou ácido polinosínico-policitidílico (poli I:C) e cultivadas in vitro com células de melanoma, na presença ou não de células T. Serão avaliados o crescimento das células tumorais durante o cultivo em monocamada (2D) ou tridimensional (3D), viabilidade celular, capacidade de migração e invasão, proporção das populações de células T e perfil de citocinas e fatores de crescimento. Testes in vivo serão realizados também para avaliar a capacidade das CTM em migrar para o tumor e sua influência sobre o microambiente tumoral. Com este estudo, espera-se, portanto, tornar o emprego das CTM mais seguro no tratamento de tumores.

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