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Efeito dos tratamentos de células de câncer intestinal com pectinas modificadas de chuchus, mamões e maracujás

Processo: 18/12603-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Joao Paulo Fabi
Beneficiário:Isis Azeka Indig
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/23970-2 - Alterações biológicas das pectinas de mamão com possíveis benefícios à saúde humana, AP.JP
Assunto(s):Neoplasias do cólon   Doença crônica   Pectinas   Fibras na dieta   Galectina 3   Mamão   Chuchu   Maracujá

Resumo

Diversas doenças crônicas não-transmissíveis (DCTN) estão se tornando comuns devido a uma dieta contemporânea pobre em frutas e hortaliças. A ingestão de fibras alimentares provenientes desses alimentos podem ser um dos principais compostos responsáveis por inibir o surgimento das DCNTs. As pectinas são classificadas como fibras alimentares solúveis e são polissacarídeos estruturais complexos encontradas em diversos tecidos vegetais que podem exercer efeitos benéficos quando ingeridas regularmente. Estudos recentes demonstram que tanto a pectina nativa quanto a quimicamente modificada apresentam atividade antitumoral em modelos in vitro. Essa característica é alcançada devido ao fato de porções da pectina se ligarem à proteína pró-metastática galectina-3 em células cancerosas. Essa ligação e a consequente inibição da galectina-3 reduz a capacidade das células cancerosas de se comunicarem bioquimicamente levando a uma diminuição da proliferação. Devido a essas novas funções atribuídas às pectinas de frutas, o atual estudo tem por finalidade analisar e comparar os efeitos biológicos das pectinas modificadas de chuchus, mamões e maracujás no tratamento de células humanas de câncer colorretal.

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