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Contribuição da via AMPK para a fibrose renal e patogênese da nefro e retinopatia diabéticas

Processo: 18/13726-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Jose Butori Lopes de Faria
Beneficiário:Lauana Andrade Messias
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/22687-0 - Contribuição da via AMPK para a fibrose renal e patogênese da nefro e retinopatia diabéticas, AP.TEM
Assunto(s):Diabetes mellitus   Proteínas quinases ativadas por AMP   Resistência à insulina

Resumo

A fibrose renal é o resultado de diferentes formas de agressão aos rins. Em fase avançada, manifesta-se por falência funcional dos rins. Pacientes acometidos por falência renal necessitam de tratamento dialítico ou transplante renal o que representa um enorme custo econômico e social. Estima-se que no Brasil existam aproximadamente 15 milhões de indivíduos com algum grau de doença renal e que próximo de 100 mil pessoas estão em terapia renal substitutiva. Apesar dos avanços na compreensão dos mecanismos envolvidos na progressão do doença renal para fibrose o seu tratamento e prevenção permanecem insuficientes, uma vez que o número de indivíduos com falência renal permanece em ascenção. A proteína quinase 5' adenosina monofosfato ativada por AMP (AMPK) é ubiquamente expressa, e desempenha importante papel na homeostase celular. Embora a participação da AMPK no mecanismo de fibrose renal foi sugerido por diferentes estudos, a real comprovação do seu papel na fibrose renal, os mecanismos envolvidos na nefropoteção mediados pela AMPK e a sua aplicabilidade aos diversos modelos de insuficiência renal permanecem por serem explorados. O objetivo do presente projeto é investigar a contribuição da via da AMPK na lesão renal e progressão para fibrose em diferentes modelos in vivo (diabetes mellitus, obstrução ureteral unilateral (UUO) e redução de massa renal) incluindo camundongo transgênicos para AMPK e in vitro (cultura de células renais: podócitos, mesangiais, tubulares e fibroblastos). Testaremos ainda a eficácia de fármacos na modulação da AMK e na prevenção e tratamento de diferentes nefropatias. A eficácia da ativação da AMPK será testada na presença do bloqueio do sistema renina angiotensina aldosterona, manobra comprovadamente eficaz na progressão da doença renal crônica.

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