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Análise tomográfica em 3D do seio maxilar de indivíduos com Síndrome de Treacher Collins

Processo: 18/12788-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Ivy Kiemle Trindade Suedam
Beneficiário:Beatriz Quevedo
Instituição-sede: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia   Disostose mandibulofacial   Seio maxilar   Tomografia computadorizada de feixe cônico

Resumo

A síndrome de Treacher Collins (STC) e uma condição congênita de caráter hereditário cuja manifestação principal é a hipoplásica zigomática e mandibular, associada ou não à fissura labiopalatina. Esta malformação congênita estabelece-se durante a sétima semana de gestação, possuindo uma incidência de 1 para cada 50.000 nascidos vivos. Além de alterações estéticas provenientes das malformações, há também a decorrência de alterações funcionais e fisiológicas da respiração, mastigação, deglutição e audição. Em decorrência comprometimento dos terços médio e inferior da face, reduções dimensionais das vias aéreas também são esperadas e podem justificar o comprometimento funcional das vias aéreas, incluindo o seio maxilar. Visto a importante correlação entre a dismorfologia esquelética e a desordem fisiológica do quadro respiratório, faz-se coerente a averiguação dos possíveis locais anatômicos esqueléticos envolvidos na obstrução das vias aéreas, de modo a se estabelecer diretrizes apropriadas para a melhor reabilitação dos pacientes com STC. Assim, o objetivo do presente estudo é caracterizar tridimensionalmente o volume do seio maxilar de adultos portadores da Síndrome de Treacher Collins, por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico, e compará-los ao volume total do seio maxilar de indivíduos sem síndromes e com o mesmo padrão esquelético. Para tanto, os exames de TCFC de 28 adultos com síndrome de Treacher Collins e de 28 adultos do grupo controle serão avaliados de maneira transversal prospectiva, por meio do software Dolphin Imaging 11. O seio maxilar será reconstruído e será obtido seu volume interno. É nossa hipótese que o seio maxilar de indivíduos portadores da síndrome de Treacher Collins seja menor que o seio de indivíduos não portadores da síndrome.