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Nanovacinas: um novo conceito experimental voltado ao desenvolvimento de vacinas de subunidades

Processo: 18/08199-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2018
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia
Pesquisador responsável:Luis Carlos de Souza Ferreira
Beneficiário:Marianna Teixeira de Pinho Favaro
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/20045-7 - Descoberta de antígenos e desenvolvimento de métodos de diagnóstico sorológico e estratégias vacinais contra o Vírus Zika (ZIKV), AP.TEM
Assunto(s):Flavivirus   Vírus Zika   Nanopartículas   Desenvolvimento de vacinas   Antígenos

Resumo

Nos últimos anos diferentes vírus da família dos Flavivirus têm sido responsáveis por epidemias, ganhando notoriedade no Brasil sobretudo devido à ressurgência da febre amarela e aos casos de Zika vírus (ZIKV) e sua associação com síndromes neurológicas. A OMS considera crucial o desenvolvimento de vacinas efetivas e seguras contra esses patógenos, e neste contexto as vacinas de subunidade são especialmente interessantes por serem mais seguras, ainda que frequentemente associadas a uma baixa imunogenicidade. Neste projeto, propomos a aplicação de um novo conceito experimental ao desenvolvimento de vacinas de subunidades, em que proteínas recombinantes são modificadas pela inserção de um peptídeo catiônico que confere ao antígeno alvo a propriedade de automontagem na forma de nanopartículas ("Self Assembling Protein Nanoparticle"). No presente projeto propomos aplicar o conceito de nanovacinas à proteína do envelope (E) e, em particular, ao domínio III da proteína do envelope (EDIII), derivadas de flavívirus, inicialmente com ênfase no ZIKV. Os peptídeos catiônicos podem adicionalmente conferir elevada capacidade de internalização, mimetizando-se assim características de tamanho e comportamento típicas da partícula viral. Espera-se que nanovacinas preparadas com EDIII e outros fragmentos da proteína E de flavivírus aumentem a imunogenicidade e estabilidade dos antígenos alvo, permitindo a indução de respostas imunológicas mais duradouras e abrangentes, inclusive com ativação de respostas mediadas por linfócitos T. Como objetivo final, busca-se a implementação de uma nova estratégia vacinal ainda não estudada no Brasil e que poderá ser aplicada a outros flavivírus e patógenos virais em geral.

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