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Efeitos cardiovasculares, comportamentais, neuroendócrinos e morfofuncionais evocados pelo estresse agudo por restrição em ratos: envolvimento da via ocitocinérgica

Processo: 16/25502-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Autonômica
Pesquisador responsável:Fernando Morgan de Aguiar Correa
Beneficiário:Ivaldo de Jesus Almeida Belém Filho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/12526-3 - Efeitos do estresse social e não social agudo versus crônico sobre o medo social condicionado e o papel regulatório de neuropeptídeos em camundongos machos, BE.EP.DR
Assunto(s):Ocitocina   Ansiedade   Estresse por restrição   Modelos animais

Resumo

Estresse é uma condição do organismo em resposta à exposição a ambientes e situações adversas, envolvendo respostas adaptativas essenciais para sobrevivência. A ativação do eixo hipotálamo hipófise adrenal, do sistema nervoso autônomo e de áreas cerebrais (ex.: tronco encefálico e amigdala), possuem importante papel no estresse, consequentemente, também no processo fisiopatológico. A ocitocina apresenta-se como possível tratamento para distúrbios relacionados a situações aversivas, por modulação negativa dessas respostas ao estresse. Assim, o objetivo do presente projeto é avaliar alterações cardiovasculares, comportamentais, endócrinas e morfofuncionais em animais expostos ao estresse agudo por restrição (ER) e sua relação com a via ocitocinérgica. Serão utilizados ratos Wistar, adultos, (240 - 260 g), que serão submetidos ao modelo de estresse de restrição (ER) durante 180 minutos. Será estudada a participação da ocitocina nas respostas evocadas pelo ER, através do estudo dos efeitos do tratamento com antagonista de receptores ocitocinérgicos L-368,899 (3, 6 e 12 mg/Kg i.p.). Serão registradas a pressão arterial média, frequência cardíaca e sensibilidade do barorreflexo espontâneo. Vinte e quatro horas após o ER iniciar-se-á a avaliação comportamental em teste do campo aberto e labirinto em cruz elevado. Após cada sessão de registro e teste comportamental serão coletadas amostras biológicas para dosagem plasmática de corticosterona, vasopressina e ocitocina; dosagem sérica de creatinina, ureia, aminotransferases e creatina quinase; avaliação morfológica (coração, fígado, rins, estômago, timo e adrenal).